sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O Golfe é um esporte tradicional


Existem duas versões interessantes para a origem do conhecido esporte

A primeira citação ao golfe em leis é do Parlamento escocês (de cerca de 1457 a 1491), proibindo o esporte. Para os parlamentares da época, a prática desviava as atenções da arte de manejar o arco e flecha, essenciais para a defesa nacional nas guerras com a Inglaterra, que precederam a união das duas coroas, em 1603.
No começo, o esporte era conhecido golff ou gowff, e teria sido praticado, pela primeira vez, em uma pequena cidade da Escócia, ao norte da Grã-Bretanha, precisamente no século XV (1457). Outros autores, porém, afirmam que o esporte seria originário da Holanda, com o nome de kolf. O certo é que o desporto é de muito praticado em ambos os países. Tornou-se, entretanto, o esporte nacional escocês, sendo a cidade de Saint Andrews considerada como o seu verdadeiro berço.
Durante o século XV na Holanda, onde eram usados tacos e boques, e na Escócia, onde já se adotavam os buracos, somente no século XVII é que começaram a surgir em diversos países centenas de adeptos. Em 1608, no Reino Unido, fundou-se o Club Blaksheath, do condado de Kent, considerado o mais antigo clube de golfe do mundo. Foi em 1834 que o rei Guilherme IV concedeu a Saint Andrews o privilegio de intitular-se The Royal and Ancient Golf Club of Saint Andrews.
Antes de 1848, a bola era de couro resistente, recheada de penas. Naquele ano, começaram a ser feitas de gutapercha, amoldadas enquanto quentes e pintadas de branco. O desenvolvimento do esporte foi notável nos países saxônicos, a partir de 1880. O golfe moderno dataria dos fins do século XIX, e provém dos Estados Unidos. Em 1856 criou-se em Pau a primeira sociedade de golfe na França, sendo a segunda fundada em 1890, o esporte foi introduzido nos EUA, havendo, contudo referências discutíveis quanto à sua pratica em 1659.
Haskell, em 1899, nos EUA, lançou a bola que a partir de 1902 seria universalmente adotada: em centro firmemente apertado com fio de borracha fina e coberto com material vulcanizado. A bola inventada por Haskell permitiu ao jogador dar tacadas de maior distância, provocando o alongamento dos campos e a redução dos escores.
A forma tradicional e a feituras dos tacos de golfe permanecem inalteradas, mas houve aprimoramento nos projetos e nas confecções. Os cabos eram feitos de nogueira, agora rara, uma vez que o golfe se espalhou por todo o mundo. Assim, em 1929, foram reconhecidos os tacos com cabo de aço.
No século XX, o golfe difundiu-se intensamente em todo o mundo, estando hoje os golfistas divididos em duas categorias; profissionais e amadores.

No Brasil

Introduzido pelos ingleses, o golfe começou a ser praticado em São Paulo, por volta de 1915, no chamado Morro dos Ingleses, transferindo-se mais tarde para a região de Santo Amaro, onde se fundou o atual São Paulo Golf Club. Em 1958, fundou-se a Associação Brasileira de Golfe, disputando-se todo ano, uma vez no Rio de Janeiro, outra em São Paulo o Campeonato Amador Brasileiro e o Campeonato Aberto, além do Campeonato Sul-Brasileiro, que acontece em Porto Alegre. De acordo com o presidente da Confederação Brasileira de Golfe, Rachid Orra, no Brasil atualmente, cerca de 25.000 pessoas praticam o esporte. Para jogar golfe não é preciso ser profissional. O esporte oferece aos praticantes diversos benefícios como combate ao estresse e contato com a natureza.

Dicas para você começar no golfe


Tudo que você precisa saber antes de começar a disputar uma partida

O golfe, esporte nacional escocês hoje disseminado em todo o planeta, é uma das poucas modalidades esportivas em que homens, mulheres e crianças de qualquer idade ou condição física podem competir. O adversário de cada um dos jogadores é um só: o campo. Atualmente muito popular na Coréia, Japão, EUA, Austrália, África do Sul, e, é claro, no Brasil, o jogo tido como elitista e restrito aos poucos associados de clubes esportivos, está ganhando cada dia mais terreno.
Praticado com uma bola pequena e tacos, seu objetivo é levar a bola do ponto de partida (tee), através de um trecho de campo (fairway), até o pequeno buraco (hole) com o menor número de sucessivas tacadas, de acordo com as regras estabelecidas pelo Royal and Ancient Saint Andrews Golf Club, de Saint Andrews, Escócia, que é o clube-mater do golfe mundial.
O campo de golfe padrão possui 18 buracos, distribuídos em trechos de tamanhos e dificuldades diferentes. Cada buraco parte do tee, seguido de uma larga faixa de relva aparada, o fairway, de um trecho de mato alto ou árvores, ponto desvantajoso para o jogador se nele cai a bola, e o green, perímetro circular ou ovalado com diâmetro de 18m mais ou menos, coberto de grama especial, fina e cuidadosamente aparada. Aí se encontra o buraco-meta, visível à distancia por uma bandeirola que nele se coloca.
Antes de alcançar o buraco-meta, o jogador deverá ultrapassar obstáculos naturais (árvores, lagos e regatos) e artificiais as denominadas bancas, que são espaços cobertos de areia e postos no fairway ou ao redor do green. Os tacos não podem ser diferentes das tradicionais formas de fabricação. Dividem-se em madeira (woods), ferros (irons) e o putter. Os woods, tacos com pesadas cabeças de madeira, subdividem-se em driver, usado no ponto de partida, brassie, spoon e o madeira-4, todos para lançar a bola do fairway ao green. Os tacos de ferros são nove, numerados de acordo com a abertura do ângulo formado pela face da cabeça do taco e o terreno, existindo ferros especiais para determinadas tacadas, como o chipping, o piching e o sand-iron.
O taco putter serve para, já no green, fazer a bola cair no buraco. A contagem de pontos no golfe pode ser por medal-play ou stroke-play, em que vence o jogador que tiver o menor número de tacadas, e match-play, dividido em rodadas, disputando-se cada buraco separadamente e valendo um ponto cada buraco; vence o golfista que tiver maior número de buracos. Os campos de golfe medem aproximadamente 5.800m de comprimento, divididos em trechos de 90 a 550m correspondentes a cada um dos buracos. Um campo clássico possui 18 buracos e seu par - número de tacadas que um excelente jogador geralmente necessitaria para completar o percurso é 72.
É proibido ao jogador tocar na bola de outra forma que não seja com o taco; o golfista só deve receber conselhos do seu caddie (ajudante que leva os seus tacos). Os jogadores devem deixar entre si o intervalo de um buraco e não passar adiante. Portanto, cada grupo de jogadores inicia e encerra a partida juntos, disputando buraco a buraco e os jogadores mais experientes tem handicap mais baixo que os iniciantes, com isso, os jogadores se equivalem e os menos habilidosos ganham o seu handicap para disputar de igual para igual com os mais preparados.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Yellowart festeja 20 anos e leva arquitetos para a Itália


Para comemorar 20 anos de atuação no mercado curitibano, os empresários Domingos Murta e Fabiana Murta de Albuquerque, proprietários da Yellowart, loja especializada em tapetes, acabam de lançar um programa de fidelidade. O programa irá levar arquitetos e decoradores para Verona, na Itália, participar de duas feiras de decoração. A ArtVerona e a Home e Building, que ocorrem em outubro de 2012, e estão entre as mais importantes feiras de decoração do mundo. Os profissionais participantes que indicarem ou comprarem produtos da Yellowart, somarão pontos que no final irão valer as passagens.
Desde o ínício de setembro, arquitetos, designers e decoradores estão recebendo o catálogo de tapetes artesanais e industrializados da loja e o regulamento do programa. Os catálogos contam a história da Yellowart e apresentam todas as linhas com as quais a loja trabalha, além de explicações sobre a origem dos tapetes, as características e qualidades de cada um, além dos serviços oferecidos pela loja.
Fabiana explica que a Yellowart optou por não premiar apenas um profissional, mas sim, quantos atingirem as metas especificadas pelo programa. “Nossa idéia não é dar a viagem como uma conquista ao ganhador, mas mostrar aos profissionais de arquitetura e decoração que eles são nossos principais parceiros de trabalho e que queremos estimulá-los a continuar colaborando para o nosso sucesso”, diz. O programa terá doze meses de validade, e para participar, basta comprar ou indicar a Yellowart a seus clientes. Não é necessário preencher nenhum cadastro, apenas comunicar a loja que está participando para começar a pontuar. Além da viagem à Itália, os pontos ainda podem garantir viagens à Bahia, à Foz do Iguaçu, TVs de LCD e aparelhos de Blue Ray.Mais informações no site www.yellowart.com.br.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Curitiba recebe grandes nomes do jazz mundial


Quarta edição do Curitiba Jazz Meeting traz à cidade o Duo Franco-alemão Ulli-François, o Mano a Mano Trio, o solista Jean Pierre Zanella, André Dequech, o pianista César Camargo Mariano, o maestro alemão Wolfgang Diefbach e a big band Landes Jugend Jazz Orchester

No dia 28 de setembro, quarta-feira, às 21 horas, no Teatro Positivo, começam as apresentações do Curitiba Jazz Meeting. Na noite de estréia irá subir ao palco o Duo Ulli-François, dos músicos François Jennau e Ulli Lenz. François . Jeanneau é saxofonista conhecido dos palcos europeus. Instrumentista, compositor e arranjador, buscou explorar todas as fórmulas do solo à grande orquestra, sobretudo tendo sido o primeiro maestro da Orquestra Nacional de Jazz em 1986. Juntos, Uli Lenz e François Jeanneau já tocaram na Rússia, na África, no Paquistão e na Índia acompanhados pelo mestre das tablas Muthu Kumar. No mesmo dia, o Mano a Mano Trio, de Curitiba, composto pelos músicos Glauco Solter (contra-baixo), Sérgio Albach (clarinete) e Vina Lacerda (percussão) se apresenta, tocando em conjunto com o Duo Ulli-François. No dia 29, será a vez do Jazz Metting Ensemble composta por dez músicos de Curitiba e três de Belo Horizonte, sob a direção de André Dequech que se apresenta com o solista canadense Jean Pierre Zanella. No dia 30, uma pausa nos palcos para discutir jazz. Na sede da Secretaria de Estado da Cultura, os músicos Nelson Faria, André Dequech e Jean Pierre Zanella ministram um workshop para estudantes, músicos e interessados. No dia 1º. de outubro, no Teatro Guaíra,acontece a apresentação do pianista César Camargo Mariano. Brasileiro, morando nos Estados Unidos, o pianista faz uma apresentação solo que promete lotar o grande auditório. E no dia 2 de outubro, também no Teatro Guaíra, apresenta-se o violonista Nelson Faria, com a" Sticks & Hicks" Hessen Youth Jazz Orchestra fundada em 1985 por Wolfgang Diefenbach, com o objetivo de garantir formação profissional no âmbito de big band de alto nível para jovens talentos. A Orquestra irá se apresentar sob a regência do próprio maestro Wolfgang Diefebach.